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Equipe Buffalo – Fórmula SAE

  • Equipe Buffalo – Fórmula SAE

    Equipe Buffalo Fórmula SAE

    O Fórmula SAE é a maior competição de estudantes de engenharia no mundo. Nessa categoria, graduandos da área tecnológica formam equipes com o objetivo de aplicar conhecimentos adquiridos na universidade para a construção de um protótipo do tipo fórmula. Durante a temporada, os estudantes são responsáveis por projetar, fabricar, testar e aperfeiçoar o carro. Ao participar desse projeto, o aluno adquire, ainda na graduação, a experiência de participar de um complexo projeto de engenharia.

    O projeto foi iniciado no Texas, em 1981, e vem crescendo a cada ano. No contexto nacional, o Fórmula SAE Brasil foi criado em 2004 e está a caminho da sua 16ª edição que acontecerá entre os dias 28 de novembro a 01 de dezembro de 2019, em Piracicaba – SP. Em 2018, envolveu 52 instituições de ensino de vários estados brasileiros, num total de quase 500 estudantes.

    Na competição, os carros são avaliados em diferentes aspectos. Apesar de se tratar de um carro de corrida, não é necessariamente o mais rápido que vence. As equipes são desafiadas a apresentar um projeto de engenharia para profissionais do ramo automotivo, sendo avaliada a qualidade do projeto juntamente com a sua viabilidade econômica dentro do mercado. Apesar disso, colocar o carro na pista é a etapa mais emocionante da competição, visto que todo o projeto realizado ao longo do ano é colocado à prova em curvas fechadas, “ziguezagues” e frenadas bruscas. São realizadas provas estáticas e provas dinâmicas, que compõem a pontuação final da equipe.

    A equipe Buffalo de Fórmula SAE da Escola de Engenharia da UFF foi criada em 2003 por ex-integrantes do projeto Baja SAE, tendo construído seu primeiro protótipo no ano seguinte. A equipe vem se desenvolvendo, desde então, por meio de pesquisas com foco no desenvolvimento de tecnologias inovadoras dentro do campo da mobilidade. Ao longo dos anos, já conquistou prêmios de inovação e possui um desempenho estável na competição. Na maioria das edições conquistou colocações medianas garantindo posição entre os vinte melhores e destaque em algumas provas especificas, como a prova de custos e manufaturas.

    Atualmente, a equipe é composta por 20 alunos de graduação de diversos cursos da Escola de Engenharia da UFF e é coordenada pelos Professores Marcel Duarte da Silva Xavier e Gabriel Mário Guerra Bernadá, do Departamento de Engenharia Mecânica. Embora a maioria da equipe seja composta por alunos de Engenharia Mecânica, outras especialidades como Engenharia Química, Engenharia de Petróleo, Elétrica, Engenharia de Telecomunicações e Física são de extrema importância para o desenvolvimento do protótipo.

Equipe Tuffão – Baja SAE

  • Equipe Tuffão – Baja SAE

    Equipe Tuffão Baja SAE

    O projeto de pesquisa, inovação e desenvolvimento BAJA SAE é um desafio lançado aos estudantes de Engenharia que tem como objetivo principal o projeto e a construção de um veículo protótipo monoposto, off-road e de estrutura tubular, para participação na Competição BAJA SAE BRASIL, promovida pela SAE BRASIL, filiada à SAE International – maior associação internacional de profissionais da área de Engenharia da Mobilidade.

    No Departamento de Engenharia Mecânica da UFF, o Projeto foi criado em 1997, inicialmente com o nome de Minibaja, pelo Prof. Luís Carlos Tosta Xavier, e a primeira participação da UFF em competições ocorreu em 1998, nas quais conquistou resultados além das expectativas, obtendo o 1° lugar entre as equipes estreantes e o 1° lugar entre as equipes do Estado do Rio de Janeiro. Nos anos seguintes, a equipe se consolidou como a melhor do Rio de Janeiro por meio de outros ótimos resultados.

    Em 2005, foi criado o Laboratório de Engenharia da Mobilidade, também coordenado pelo Professor Luís Carlos Tosta Xavier, ao qual o projeto Minibaja passou a ser vinculado.

    Atualmente, a equipe, que atende pelo nome de Tuffão, é coordenada pelos Professores Gabriel Mario Guerra Bernadá e Marcel Duarte da Silva Xavier, do Departamento de Engenharia Mecânica, e conta com cerca de 23 alunos das diversas áreas da Engenharia e de Desenho Industrial.

 

Equipe Blackbird – Aerodesign

  • Equipe Blackbird – Aerodesign

    Equipe Blackbird Aerodesign

    O projeto Aerodesign da Escola de Engenharia é mais um desafio lançado aos alunos de Graduação e Pós-Graduação dos cursos integrantes da área de ciência e tecnologia, com o objetivo de estimular a formação de novos profissionais e descobrir novos talentos na área de Engenharia Aeronáutica. O desafio é grande, tendo em vista que não há na UFF o curso de Engenharia Aeronáutica e, portanto, todo o conhecimento da área é buscado pela equipe por meio de estudos e pesquisas, visando à constante inovação do protótipo resultante do projeto.

    A competição em que se insere o projeto denomina-se SAE BRASIL AERODESIGN, que ocorre anualmente, em São José dos Campos/SP, organizada principalmente por engenheiros da Embraer, sendo realizada entre os meses de outubro e novembro. A competição consiste em projetar, documentar e construir um aeromodelo rádio controlado, capaz de transportar a maior carga possível, com bom desempenho na decolagem, aterrissagem e estabilidade em voo, dentro das limitações estabelecidas no regulamento.

    São 3 as categorias de competição: Micro; Regular; Advanced. A categoria em que a Equipe Blackbird compete é a Regular. É importante ressaltar que, no ano de 2015, do total de 60 competidores, a Equipe conquistou o 13º lugar, ficando, em 2016, com a 16ª colocação. Outra conquista de grande importância é que, dentre as equipes universitárias do Estado do Rio de Janeiro, a Equipe Blackbird classificou-se, entre os anos de 2013 a 2016, como a melhor. A próxima competição ocorrerá no final do mês de outubro próximo.

    No Departamento de Engenharia Mecânica da UFF, o Projeto foi criado pelo professor Raul Bernardo Vidal Pessolani, Atualmente, conta com o apoio do Professor Leonardo Santos de Brito Alves, que é o Coordenador do Projeto e a equipe discente que trabalha neste Projeto se chama Equipe Blackbird Aerodesign. Está constituída por cerca de 32 alunos dos cursos de Graduação em Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia de Produção, Engenharia Civil, e Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente, Desenho Industrial, estando o Projeto aberto também a outros cursos da área de ciência e tecnologia da Universidade.

    Ao longo dos últimos anos, a participação das equipes da UFF no projeto SAE-Aerodesign vem se mostrando uma excelente oportunidade para, através de estudos e pesquisas específicas, realizar a aplicação prática e avaliação dos conceitos teóricos dos vários campos da Engenharia, além de proporcionar o desenvolvimento do espírito de trabalho em grupo, complementando a formação acadêmica adquirida na Universidade.

 

Equipe Araribóia – Barco Solar

  • Equipe Araribóia – Barco Solar

    Equipe Araribóia – Barco Solar

    Equipe Araribóia

    O principal objetivo deste projeto é pesquisar e divulgar o uso de fontes alternativas de energia, através da participação de equipes universitárias em competições de barcos movidos a energia solar. A partir da inserção de alunos de diversas áreas de Engenharia nessa equipe, é possível motivá-los em seus cursos de graduação e melhorar a sua formação acadêmica. A divulgação desse tipo de evento estimulará o ingresso de futuros universitários nos cursos voltados para áreas de formação em ciência e tecnologia, desenvolvendo-se, desde a Graduação, nas áreas de Pesquisa e Inovação. Além disso, esse projeto irá difundir na sociedade fluminense a importância do uso de fontes renováveis de energia.

    O Desafio Solar Brasil (DSB), inspirado na Frisian Solar Challange, Campeonato Mundial de Barcos Solares, realizado na Holanda, é uma realização do NIDES – Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social / UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, em conjunto com o Lafae – Laboratório de Fontes Alternativas de Energia da UFRJ e a engenharia mecânica da UFRJ/Macaé. Trata-se de um rali de barcos movidos à energia solar, que visa a estimular o desenvolvimento de tecnologias para fontes de energia limpas, bem como divulgar o potencial dessas tecnologias aplicadas a embarcações de serviço, recreio e transporte de passageiros. As etapas nacionais do DSB são realizadas anualmente em Paraty – RJ e Florianópolis – SC. Além dessas etapas nacionais, durante o ano também são realizadas etapas regionais nas áreas da Baía de Guanabara e Lagoa Rodrigo de Freitas. A competição tem a duração de seis dias, durante os quais são realizadas diversas provas com diferentes tipos de desafios, a fim de testar os projetos de forma ampla e exigente. São constituídas do Prólogo (teste de velocidade mínima necessária para ser aprovado na inscrição do campeonato), curta distância, longa distância, slalom (na qual os barcos têm que passar através de uma série de boias zigue-zagueando) e sprint (teste de velocidade máxima). A expectativa para o projeto é atrair, a cada edição, equipes representantes de diversas instituições educacionais e de centros de pesquisa do mundo inteiro, sendo essa uma oportunidade de compartilhar conhecimento e experiências sobre energia solar em um ambiente mais amigável que competitivo.

    A Equipe Araribóia da UFF entrou na competição em abril de 2012, tendo sido sediada em Florianópolis. De 2014 a 2016 e em 2018, o Evento ocorreu em Búzios (Região dos Lagos, RJ). Já em 2015, aconteceu em Angra dos Reis (RJ). Todas contando com a participação de 18 a 21 equipes, que contabilizaram entre 200 a 350 estudantes e mais de 50 professores, além de equipes de diversos estados brasileiros como Amazonas, Pará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. No ano de 2019, o Evento está previsto ocorrer na cidade de Angra dos Reis/RJ na primeira quinzena do mês de Dezembro.

    Desde o ano de 2011, quando a Equipe foi criada para a sua primeira participação no DSB do ano seguinte, essa estrutura vem entregando resultados satisfatórios em relação a competição e a evolução dos estudos realizados pelos alunos. Entre esses resultados, podem ser citadas algumas colocações: 2012-8º, 2013-9º, 2014-7º, 2015-4º, 2016-11º, 2017-10º e 2018-7º. Em 2016, recebeu o prêmio de inovação, e a colocação de 1ª equipe do Estado do Rio de Janeiro a organizar eventos na lagoa Rodrigo de Freitas para a disseminação do uso da energia fotovoltaica.

    Ressalte-se ainda o impacto do Projeto na vida dos alunos, por meio de trabalhos de conclusão de curso que foram desenvolvidos, quais sejam: “Projeto e análise de custo de veleiro com uso de energia renovável e motor como gerador”; “Sistema de Medição, Telemetria e Controle para Otimização de Embarcações Solares”; “Análise computacional de acoplamentos magnéticos para o barco solar”, dentre outros. E uma dissertação de Mestrado com o tema “Dimensionamento do sistema propulsor elétrico do barco solar da UFF”.

    Atualmente, a Equipe, coordenada pelo Professor Daniel Henrique Nogueira Dias, do Departamento de Engenharia Elétrica, contando com a participação de 31 alunos, provenientes das Engenharias Mecânica, Elétrica, Química, Civil, de Produção, Recursos Hídricos e do Meio Ambiente, Agrícola e Ambiental, além de alunos dos cursos de Desenho Industrial, Cinema e Produção Cultural.

    A Equipe está atualmente pesquisando formas de envio de sinal via telemetria (transferência de dados remota) e um sistema embarcado que será comandado através de um tablet na plataforma Android ligado via bluetooth com o sistema Arduino (baixo custo), responsável pelo controle dos equipamentos do barco. Além disso, também está a cargo desses alunos executar um projeto de engenharia em todas as etapas, adquirindo conhecimentos práticos que possam ser usados em sua formação, enquanto buscam, através de pesquisas, o desenvolvimento de novas tecnologias para a difusão do uso de energias renováveis na sociedade por meio do esporte.

    Relevância do projeto e da competição

    Sempre que ocorrem, as competições do Desafio Solar Brasil atraem grande interesse do público em geral, especialmente alunos de nível médio e superior, ligados a carreiras tecnológicas. Pelo fato de serem realizadas em diferentes localidades, as provas do DSB são um importante fator de popularização da tecnologia fotovoltaica. Como pano de fundo, o DSB suscita o debate sobre as questões do uso eficiente e sustentável da energia, e da geração de energia com fontes renováveis.

    Outro aspecto importante é que as atividades de construção, manutenção, operação e aperfeiçoamento dos barcos solares atraem fortemente a participação de alunos, servindo a um tempo como motivador e com o laboratório para aplicação imediata de competências, habilidades e conteúdos desenvolvidos nas disciplinas tecnológicas que cursam. Essas atividades constituem também um excelente ambiente para que os participantes vivenciem questões ligadas à pesquisa e inovação tecnológica, na tentativa de buscar soluções para melhorar o desempenho da equipe.

    Durante o ano de execução do projeto pretende-se realizar trabalhos e pesquisas durante a graduação com alunos integrantes da equipe, dos cursos de engenharia elétrica, mecânica, produção, civil e desenho industrial, podendo-se estender para outros cursos que compõem a equipe. O projeto possui atualmente um catamarã solar, cujos cascos (este tipo de barco apresenta dois cascos) são fornecidos pelo polo náutico da UFRJ. Pretende-se, com o financiamento solicitado, realizar um processo de inovação deste catamarã, tanto no aspecto elétrico quanto mecânico.

 

Faraday Racing – Fórmula SAE Elétrico
Faraday Racing – Fórmula SAE Elétrico

Equipe Faraday Racing – Fórmula SAE Elétrico

A Fórmula SAE Elétrico Brasil consiste em uma competição nacional de Engenharia, que envolve estudantes de graduação e pós-graduação de diversos cursos e universidades na pesquisa e desenvolvimento de um protótipo de um carro elétrico de alta performance.

Criada em 2004, a Fórmula SAE Brasil está a caminho da sua 15ª edição. Em 2016, envolveu mais de 1030 inscritos, número que cresce significativamente a cada ano. As equipes melhor classificadas ganham o direito de representar o Brasil em duas competições internacionais realizadas nos EUA..

Os alunos participantes desse projeto de pesquisa executam as etapas de concepção e fabricação do projeto, finalizando com os testes dinâmicos. Não necessariamente é garantida a primeira posição da competição ao carro mais rápido, uma vez que o projeto é avaliado de acordo com a qualidade da engenharia aplicada, além da viabilidade econômica de mercado..

Representante da Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense e pioneira no estado do Rio de Janeiro na competição Fórmula SAE Brasil, categoria elétrico, a Equipe Faraday E-Racing tem como objetivo idealizar, projetar, analisar, construir e testar um protótipo de um carro elétrico de corrida tipo fórmula, monoposto e openwheels conforme padrões e normas de segurança definidas pelo regulamento da competição.

Formada por 57 alunos de graduação de cursos como engenharia elétrica, engenharia mecânica, engenharia química, engenharia de produção, desenho industrial, sistemas de informação e comunicação social, a equipe possibilita aos alunos envolvimento com um caso real de desenvolvimento de projeto veicular, desde sua a concepção, projeto, construção e testes. Ou seja, a equipe torna-se um laboratório para pesquisa e aplicação de habilidades e conteúdos desenvolvidos nas disciplinas do curso.

A partir disso, a participação permite que os alunos tenham contato direto com questões relevantes de inovação tecnológica e busquem soluções práticas para suprir barreiras relacionadas com o uso em larga escala dos veículos elétricos, como a recarga dos veículos e armazenamento de energia, aplicados na maior competição entre estudantes de engenharia do mundo: Fórmula SAE.

A competição Fórmula SAE Brasil, categoria elétrico, ocorre anualmente no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), em Piracicaba/SP, geralmente entre os meses de novembro e dezembro. O evento possui duração de 4 dias, finalizando no domingo de premiações das equipes melhor classificadas. Em 2018, participaram da competição mais de 50 universidades e 1300 alunos de graduação e pós-graduação.

A competição no País é organizada pela SAE Brasil, instituição cujas atividades desenvolvidas são importantes fontes de conhecimento e atualização tecnológica da indústria, focadas em inovações e tendências da mobilidade brasileira e internacional. Por meio de simpósios, colóquios, cursos e eventos técnicos promovidos anualmente, a instituição se tornou um ícone presente e ativo para o mercado, que gera e dissemina conhecimento para os profissionais da mobilidade brasileira.

Competiram, em 2018, na categoria elétrico, 18 equipes de faculdades de vários estados do País – número que a cada ano cresce, mostrando o interesse no desenvolvimento de tecnologias relacionadas a carros elétricos nas universidades e centros de pesquisas. O estado do Rio de Janeiro é representado por apenas duas equipes, sendo a Equipe Faraday E-Racing da Universidade Federal Fluminense pioneira na competição representando o estado desde a 13ª edição, que ocorreu em 2016.

Durante o evento, os veículos elétricos e seus respectivos projetos são avaliados a partir de provas estáticas e dinâmicas, com o intuito de analisar a engenharia aplicada em cada projeto. As provas estáticas englobam a inspeção técnica, avaliação de custos e manufatura, apresentação de plano de negócios e projeto de engenharia (apresentação de design). Nas provas estáticas, as equipes devem demonstrar mais detalhadamente se o carro anteriormente projetado equivale com o apresentado na competição.

Uma série de relatórios técnicos, das partes elétrica, mecânica e de custos de cada projeto é enviada com antecedência, a partir de julho de cada ano, para a comissão organizadora da competição, com o intuito de garantir que o carro apresentado esteja construído de acordo com todas as regras dispostas no regulamento e seja compatível com o projeto presente na competição.

A primeira participação da Equipe Faraday E-Racing na competição Fórmula SAE Brasil, categoria elétrico, com um carro finalizado – sistemas mecânicos de suspensão, direção e freios montados e sistemas elétricos e de transmissão presentes – ocorreu em 2016. Na ocasião, a Equipe conquistou o 5º lugar geral na categoria elétrico e 1º lugar na prova de custos e manufatura, tendo o carro economicamente melhor avaliado ao considerar a produção de seu modelo em larga escala, quando comparado aos projetos das outras equipes.

Nos anos seguintes, a Equipe transformou-se em um importante ponto de apoio para alunos e professores desenvolverem trabalhos, aulas e pesquisas relacionadas ao desenvolvimento de um carro elétrico e gerenciamento de um projeto multidisciplinar. Assim, a aplicação dos conhecimentos gerados a partir dos trabalhos envolvidos nas etapas de projeto, fabricação e testes do projeto não ficou restrita aos alunos membros da equipe, sendo difundidos e compartilhados para a comunidade acadêmica da Universidade e público em geral.

Além da participação em trabalhos de conclusão de cursos de graduação, a equipe tem em seu histórico diversas visitas e apresentações em escolas públicas e privadas do estado do Rio de Janeiro, com o intuito de fomentar nos estudantes o interesse e a descoberta pelas possibilidades que os cursos de engenharia, aplicados em projetos de pesquisa e inovação tecnológica como o da equipe, oferecem para os alunos membros. A divulgação dos conhecimentos e tecnologias presentes em um carro elétrico também já ocorreu em exposições, praças públicas, painéis acadêmicos e pontos turísticos do estado.

A equipe é composta por 12 células, divididas entre as áreas estratégica e técnica, cada uma com seu líder e/ou capitão, sob a coordenação do professor orientador do projeto Bruno Soares Moreira Cesar Borba. Os sistemas principais são formados pelas células estrutura, dinâmica veicular, elétrica, administrativo, financeiro, gestão de pessoas e marketing. Cada um dos 57 membros da equipe faz parte de uma das 12 células, sendo responsável pela execução de alguma atividade relacionada à temática da célula.

A primeira etapa do planejamento – etapa de projeto – é decidida através de esboços de metas e articulação de estratégias para cada célula, com a definição das etapas de execução de cada projeto a que a célula será responsável. Nessa etapa, concepções, modelagens e simulações em programas de modelagem 3D são objetivo principal da equipe. É aí que o regulamento vigente da competição é discutido e considerado para o planejamento e execução dos projetos do carro.

A segunda etapa do planejamento – etapa de fabricação – consiste na fabricação dos projetos anteriormente escolhidos. Nessa etapa ocorre a ligação entre o conhecimento teórico aplicado na etapa de projeto e aprendizado prático adquirido pelos alunos durante a execução das atividades de fabricação dos componentes do carro. Em geral, a maior parte das peças fabricadas pela equipe é realizada nos laboratórios da universidade, sob supervisão de técnicos responsáveis.

Por fim, na terceira etapa do planejamento – etapa de testes – todo o projeto é avaliado em circuitos, similares aos da competição Fórmula SAE Brasil, montados pela equipe nas dependências do estacionamento da universidade ou em kartódromos. O principal objetivo dessa etapa é a validação dos parâmetros aplicados e colocados em prática nas etapas de projeto e fabricação. Os últimos ajustes no carro, antes da competição, são realizados na etapa de testes para que o carro esteja de acordo com o regulamento e apto a participar de todas as provas de segurança e dinâmicas.

Durante as 3 etapas de planejamento do projeto estruturadas para que a equipe consiga alcançar as metas e objetivos traçados anteriormente, o gerenciamento do projeto é fator decisivo para êxito na competição Fórmula SAE Brasil. Assim, a partir de reuniões e acompanhamento constante de professores e alunos líderes de célula, a equipe consegue manter ajustados os cronogramas e objetivos mensais de acordo com a disponibilidade dos recursos (financeiro, tempo e pessoal).

Participar de um projeto de pesquisa, inovação e desenvolvimento, como a Equipe Faraday E-Racing, que envolve a construção de um carro elétrico de competição, durante a graduação, proporciona aos alunos um amplo entendimento e conhecimento acerca da tecnologia mais promissora da mobilidade urbana, no Brasil e no mundo: os carros elétricos.

Equipe The Myths Brazil - NASA Human Exploration Rover Challenge

 

  • Equipe The Myths Brazil - NASA Human Exploration Rover Challenge

    Equipe The Myths Brazil – Projeto NASA Human Exploration Rover Challenge

    Equipe The Myths Brazil

    A NASA Human Exploration Rover Challenge é uma competição internacional de Engenharia, dividida em duas categorias: ensino médio (high school) e ensino superior (college). Consiste na pesquisa e desenvolvimento de um veículo de exploração espacial (rover) e acontece anualmente no US Space & Rocket Center, em Huntsville, Alabama.

    Criada em 1994, a antiga The Great Moonbuggy Race comemorou sua 25ª edição em 2019, com mais de 100 equipes concorrentes, formando um evento representado por estudantes de várias culturas e nações, além de engenheiros voluntários da NASA e da Boeing.

    Os alunos recebem o desafio de projetar, construir e testar um veículo biposto movido a tração humana, capaz de atravessar um terreno que simula o de um exoplaneta. A principal prova da competição simula uma missão de exploração espacial real, com tarefas como coleta de amostras sólidas e líquidas durante a transposição de terrenos acidentados em 7 minutos, simulando o tempo de oxigênio dos astronautas. Além disso, a natureza desse desafio estimula a inovação e inventividade dos participantes na criação e concepção de seu projeto.

    A Equipe The Myths Brazil da Escola de Engenharia da UFF foi criada em 2017. Em sua primeira participação, em 2018, ganhou o prêmio de melhor projeto (Best Design Award) e é a única equipe brasileira a ter disputado a categoria de ensino superior. Nesses 2 anos de atuação, já contou com alunos de vários ramos da Engenharia, Desenho Industrial e até Enfermagem, além de contar com a coordenação da Professora Fabiana Leta, do Departamento de Engenharia Mecânica e atual Diretora da Escola de Engenharia.

    Participar durante a graduação de um projeto de pesquisa, inovação e desenvolvimento, como é o caso da Equipe The Myths Brazil, proporciona aos alunos uma experiência prática, com todas as etapas de um projeto real, sobre o maior desafio de engenharia da atualidade: a exploração espacial.

 

 

Equipe UFFO - Projeto Drone

  • Equipe UFFO - Projeto Drone

    Equipe UFFO – Projeto Drone

    Equipe UFFO

    O Projeto Drone UFF é um projeto interdisciplinar que vem, desde 2013, atuando na área de pesquisa , montagem e operação de Drones. O foco do estudo inicial foi o dimensionamento e a montagem de um Drone construído, projetado e montado pelos próprios alunos. Atualmente, as áreas de pesquisa estão focadas nas aplicações, tais como o reconhecimento de padrões e a instalação de sensores. Procura-se a elaboração de um voo automatizado em que um software feito pelos alunos guiaria o Drone, desviando de obstáculos. Esse Drone poderia ser utilizado para segurança e monitoramento dos Campi da UFF.

    A Equipe, sob a coordenação do Prof. Raul Vidal Pessolani, do Departamento de Engenharia Mecânica, é integrada atualmente por 7 alunos dos cursos de Eng. Mecânica, Eng. de Telecomunicações, Engenharia Elétrica, Engenharia Ambiental e do curso de Sistemas de Computação.

 

Equipe ASIMUFF - Projeto Robótica

  • Equipe ASIMUFF - Projeto Robótica

    Equipe ASIMUFF – Projeto Robótica

    Equipe Asimuff

    A Equipe AsimUFF Robótica surgiu em 2011 como um projeto do PET-MEC da Universidade Federal Fluminense (UFF), com o objetivo de formar um grupo de estudos e pesquisas sobre robótica, e também ensinar crianças e adolescentes o básico sobre o assunto.

    A partir de 2017, a Equipe AsimUFF começou a participar de competições. Para tanto, iniciaram-se as etapas de planejamento, pesquisa, desenvolvimento e montagem de três robôs autônomos para três categorias diferentes. Um Sumô LEGOⓇ, codinome Jubilex, desenvolvido a partir de um kit especial de LEGOⓇ, para competir na categoria Sumô LEGOⓇ 1Kg. O desafio é consiste em, a partir de peças limitadas pelo kit, montar um robô autônomo, ou seja, sem controle externo, para tirar o robô adversário de uma arena circular, como um uma partida de sumô, sem danificar o robô adversário. Outro robô desenvolvido foi um Seguidor de Linha, codinome Luke Linewalker, desenvolvido a partir de peças eletrônicas, mecânicas e computacionais, sendo um robô autônomo para competir na categoria Seguidor de Linha. O desafio da categoria é conseguir percorrer um caminho determinado no menor tempo possível, guiando-se apenas por linhas brancas no chão, utilizando sensores infravermelhos. Por último, e não menos importante, um Mini Sumô, codinome J.Jubs, desenvolvido a partir de peças eletrônicas, mecânicas e computacionais, para a categoria Mini Sumô 500g, com as mesmas regras da categoria do Sumô LEGOⓇ, porém com a liberdade de utilizar qualquer componente eletrônico, o que por um lado é bom, porém exige muitos mais conhecimentos em eletrônica, mecânica, computação e robótica.

    Durante o ano, são realizadas diversas competições regionais, como a TRRJ-Torneio de Robótica do Rio de Janeiro, organizada pelo CEFET-RJ e a Copa Rio de Robótica, organizada pela UFRJ em parceria com o Clube da Engenharia do Rio de Janeiro, na qual a Equipe Asim UFF conquistou dois troféus de terceiro lugar, nas categorias Sumô LEGOⓇ e Seguidor de Linha. Os eventos mais importantes para equipe são a Iron Cup e a Winter Challenge, organizadas pela empresa RoboCore. Ambas a nível internacional, com equipes de diversos países, como Venezuela, México e Polônia, e diversos estados do Brasil. Em ambas as competições, a equipe AsimUFF conseguiu colocações satisfatórias, levando-se em conta o tamanho e o nível da competição. Recebeu o 11º Lugar, dentre 54 competidores, com o Sumô LEGOⓇ; 11º Lugar, dentre 42 competidores, com o Mini Sumô 500g; e 16º Lugar, dentre 29 competidores, que conseguiram completar o circuito, com o Seguidor de Linha.

    Paralelamente aos projetos de competição, a Equipe também está envolvida com dois segmentos adicionais: O projeto Robótica Educacional, em parceria com a Assessoria de Mídias e Novas Tecnologias da Cidade de Niterói, que visa a levar educação de robótica para crianças do primeiro e segundo ciclo do ensino fundamental da rede municipal, criando projetos e robôs a partir de sucata. O Projeto tem crescido muito ano a ano, com a adesão cada vez maior das escolas municipais, e o impacto relatado pelas professoras, diretoras e dos próprios alunos, vem resultando em uma melhora no rendimento escolar dos alunos. O outro projeto, desenvolvido em paralelo, é o Tecnologia Assistiva, que visa a criar protótipos que possam auxiliar pessoas com diferentes tipos de deficiências. O projeto ainda está em seu desenvolvimento inicial e, primariamente, será criada uma bengala eletrônica especial para deficientes visuais.

    Atualmente, a Equipe AsimUFF é coordenada pela professora Fabiana Rodrigues Leta, docente do Departamento de Engenharia Mecânica e atualmente Diretora da Escola de Engenharia, sendo composta pela colaboração de 26 alunos dos cursos de graduação em Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente, Desenho Industrial, Física e Ciência da Computação, e é aberto a todos os outros cursos da UFF.

    A interdisciplinaridade da Equipe promove uma riqueza de conhecimentos trocada entre os alunos e promove o espírito de trabalho em equipe, além de ajudar no desenvolvimento acadêmico e profissional do discente.